sábado, 21 de dezembro de 2013

Receitas de Natal #02 - Pavê de Pêssego

sábado, 21 de setembro de 2013

pastor marcos moura em açãopastor: TENDÊNCIA MINIMALISTA

pastor marcos moura em açãopastor: TENDÊNCIA MINIMALISTA: K.BARTH(1886-1968) Uma vez decaído de sua semelhança com Deus, não mais pode o homem alcançar a Deus por suas próprias forças; tudo o que...

TENDÊNCIA MINIMALISTA

K.BARTH(1886-1968)

Uma vez decaído de sua semelhança com Deus, não mais pode o homem alcançar a Deus por suas próprias forças; tudo o que é humano, razão, filosofia, cultura, religião encontra-se em oposição a Ele. Somente o sacrifício de Jesus Cristo pode capacitar o homem a readquirir a sua unidade com Deus e a apagar a oposição existente.

Contestando a doutrina da Igreja Católica, Barth não admite que o conhecimento do homem acerca de Deus como Senhor, criador, recomciliador e redentor, seja possível somente pela razão. Somente a experiência pessoal com Deus pode nos capacitar para emitirmos qualquer conceito acerca de Deus. Em sua obra Kirchliche Dogmatik, Barth apresenta o homem não totalmente destruído ou dominado pelo pecado. O pecado não pode destruir o pacto.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

pastor marcos moura em açãopastor: SOTERIOLOGIA PARTE 3.

pastor marcos moura em açãopastor: SOTERIOLOGIA PARTE 3.: Outro elemento fundamental na salvação é a eleição divina. O homem não é incapaz de operar a sua própria salvação, embora ele tenha de part...

SOTERIOLOGIA PARTE 3.

Outro elemento fundamental na salvação é a eleição divina. O homem não é incapaz de operar a sua própria salvação, embora ele tenha de participar pessoalmente, movido por Deus, reagindo favoralmente à ação redentora de Deus. Portanto, antes que o pecador possa responder ao chamado para a salvação, Deus já tomou a iniciativa de salvá-lo. A primeira controvérsia sobre a eleição surgiu entre Agostinho e Pelágio, no final do século IV. Pelágio sustentava que cada pessoa tem o livre arbítrio para escolher o bem e o mal, para aceitar ou rejeitar a salvação. Agostinho, por outro lado, estava convecido de que, como resultado da queda, o ser humano, no estado natural, não tem a capacidade de vir a Deus sem a intervenção divina. A vontade humana é escrava do pecado, não é livre com respeito à salvação. Portanto, sem uma obra especial de Deus para libertar a vontade humana, ninguém pode ser salvo. Para Agostinho, esta obra especial é a eleição, isto é, a decisão de Deus de conceder a graça para algumas pessoas específicas para libertar as suas vontades e criar as condições em que elas vão confiar em Cristo. A Igreja Católica condenou Pelágio e ficou com e ficou com Agostinho, na época, mas depois passou a dotar uma posição semi-pelagiana.